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| Craig Robertson, Ex-Católico, Canadá |
Comecei a participar em uma “casa da juventude” cristã que basicamente era uma casa onde os adolescentes podiam ir, para se afastar das pressões familiares e discutir o Cristianismo. Era mais velho que a maioria dos garotos e tornei-me um daqueles que mais falavam e tentavam fazer os meninos se sentirem bem vindos. Apesar disso eu me sentia uma fraude, porque comecei a beber e namorar de novo. Dizia aos meninos sobre o amor de Jesus por eles, e durante as noites bebia. Durante tudo isso, meu amigo cristão tentava aconselhar-me e manter-me na trilha certa. Lembro-me até hoje de meu primeiro encontro com um muçulmano. Um dos rapazes trouxe seu amigo para a casa da juventude. Era um garoto muçulmano cujo nome eu esqueci. O que me lembro é do garoto dizendo “trouxe meu amigo ‘fulano’, ele é muçulmano e quero ajudá-lo se tornar cristão”. Estava absolutamente assombrado com este garoto de 14 anos, ele era calmo e amigável! Acreditem ou não, ele se defendeu E ao Islã contra uma dúzia de cristãos que lançavam abusos contra ele e o Islã! Enquanto manuseávamos nossas Bíblias em vão e ficávamos cada vez mais zangados, ele simplesmente sentava lá, sorrindo de forma quieta e nos dizendo sobre adorar outros além de Deus e como, sim, há amor no Islã. Era como uma gazela cercada por uma dúzia de hienas, e ainda assim, o tempo todo, se manteve calmo, amigável e respeitoso. Isso confundiu minha mente! O garoto muçulmano deixou uma cópia do Alcorão na prateleira, a esqueceu ou a deixou de propósito, não sei, mas comecei a lê-la. Logo fiquei enfurecido com esse livro quando vi que fazia mais sentido do que a Bíblia. O joguei no sofá e andei sobre ele, fervendo de raiva, e ainda assim, depois de lê-lo, tinha uma pequena dúvida no meu âmago. Fiz o que pude para esquecer sobre o garoto muçulmano e simplesmente passar meu tempo com meus amigos na casa da juventude. O grupo de jovens costumava ir a várias igrejas nos finais de semana para eventos de oração e as noites de sábado eram passadas em grandes igrejas ao invés de no bar. Lembro-me de estar em um evento chamado ‘A Fonte’ e de sentir-me tão próximo de Deus que queria me humilhar e mostrar ao meu Criador meu amor por Ele. Fiz o que me pareceu natural e me prostrei. Prostrei-me como os muçulmanos fazem em suas orações diárias, embora não soubesse o que estava fazendo. Tudo que sabia é que me sentia realmente bem...parecia o certo, mais do que qualquer outra coisa que já tinha feito. Senti-me muito religioso e espiritual e continuei em meu caminho mas, como de costume, comecei a sentir as coisas saindo de controle. O Pastor sempre nos ensinou que devíamos submeter nossa vontade a de Deus e eu não queria nada além disso; mas não sabia como! Sempre supliquei “Por favor, Deus, faça da Sua Vontade a minha, faça-me seguir Sua Vontade” e assim por diante, mas nada acontecia. Sentia que lentamente me afastava da igreja na medida em que minha fé declinava. Foi nessa época que meu melhor amigo, o cristão que tinha me ajudado a vir para Cristo, junto com outro amigo meu muito chegado, estupraram a namorada com quem eu estava há dois anos. Eu estava no outro quarto bêbado demais para saber o que estava acontecendo e incapaz de impedir qualquer coisa. Algumas semanas depois foi revelado que o homem que dirigia a cada da juventude tinha molestado um dos garotos com quem eu tinha amizade. Meu mundo estava despedaçado! Tinha sido traído por tantos dos meus amigos, pessoas que supostamente eram próximas de Deus e trabalhavam pelo Paraíso. Não tinha nada para dar, estava vazio de novo. Andei em círculos como antes, cego e sem direção, apenas trabalhando, dormindo e indo a festas. Minha namorada e eu terminamos em seguida. Minha culpa, ódio e tristeza envolveram todo o meu ser. Como o Criador podia permitir que tal coisa acontecesse comigo? Quão egoísta era eu! |
· Enviado por admin
em 01/01/2010 12:46
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