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| Aminah Assilmi, ex-cristã, EUA |
Um dos alunos me deu uma cópia do Alcorão e outro livro sobre o Islã, e continuei com minha pesquisa. Estava certa de que encontraria a evidência da qual precisava muito rapidamente. Bem, li o Alcorão e o outro livro. Então li outros 15 livros, o Sahih Muslim e retornei ao Alcorão. Estava determinada a convertê-los! Meus estudos continuaram por um ano e meio. Durante esse tempo comecei a ter alguns problemas com o meu marido. Eu estava mudando, apenas em coisas pequenas, mas o suficiente para incomodá-lo. Nós costumávamos ir ao bar às sextas-feiras e aos sábados, ou a uma festa, e eu não queria mais ir. Estava mais quieta e distante. Ele estava certo de que eu estava tendo um caso e então me deixou. Eu me mudei para um apartamento com meus filhos e continuei meus esforços determinados para converter os muçulmanos ao Cristianismo. Então, um dia, bateram em minha porta. Abri a porta e vi um homem com uma longa túnica branca com uma toalha de mesa quadriculada vermelha e branca em sua cabeça. Ele estava acompanhado de três homens de pijamas. (Era a primeira vez que os via em sua vestimenta cultural). Bem, eu estava mais do que ofendida pelos homens que apareceram em minha porta com roupas de dormir. Que tipo de mulher eles pensavam que eu era? Eles não tinham orgulho ou dignidade? Imaginem meu choque quando o que usava a toalha de mesa disse que entendeu que eu queria ser muçulmana! Eu rapidamente o informei de que não queria ser muçulmana. Eu era cristã. Entretanto, eu tinha algumas perguntas. Se ele estivesse com tempo... Seu nome era Abdulaziz Alshaikh e ele arranjou tempo. Era muito paciente e discutiu cada pergunta comigo. Nunca fez com que eu me sentisse tola ou que uma pergunta fosse estúpida. Perguntou se eu acreditava que só existia um Deus e eu disse sim. Então ele perguntou se eu acreditava que Muhammad, que a misericórdia e as bênçãos de Deus estejam sobre ele, era Seu Mensageiro. De novo, eu disse sim. Ele me disse que eu já era uma muçulmana! Argumentei que era cristã e só estava tentando entender o Islã. (Eu pensava: eu não posso ser muçulmana! Sou americana e branca! O que meu marido diria? Se eu for muçulmana, terei que divorciar meu marido. Minha família morreria!) Nós continuamos falando. Mais tarde ele explicou que obter conhecimento e entendimento da espiritualidade era como subir uma escada. Se ao subir uma escada você tentar pular alguns degraus, existe o perigo de cair. A Shahadah era apenas o primeiro degrau na escada. Mas nós tivemos que conversar um pouco mais. Posteriormente naquela tarde, 21 de maio de 1977, no horário da oração de Asr, eu fiz minha Shahadah. Entretanto, havia algumas coisas que eu não podia aceitar e como era minha natureza ser totalmente verdadeira, fiz uma ressalva. Eu disse: “Eu testemunho que não há outra divindade exceto Deus e que Muhammad é Seu Mensageiro”, \\\'mas eu nunca cobrirei meu cabelo e se meu marido se casar com outra esposa, eu o castrarei.\\\' Eu ouvi suspiros dos outros homens na sala, mas Abdulaziz os silenciou. Mais tarde fiquei sabendo que ele disse aos irmãos para nunca discutirem esses dois assuntos comigo. Ele tinha certeza de que eu chegaria ao entendimento correto. A Shahadah foi de fato um passo sólido na escada para o conhecimento espiritual e proximidade com Deus. Mas tinha sido uma subida lenta. Abdulaziz continuou a me visitar a e a responder minhas perguntas. Que Deus o recompense por sua paciência e tolerância. Ele nunca me repreendeu ou agiu como se uma pergunta fosse estúpida ou imbecil. Ele tratou cada pergunta com dignidade e me disse que a única pergunta estúpida era a que nunca havia sido feita. Hummm... como minha avó costumava dizer. |
· Enviado por admin
em 01/01/2010 11:46
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