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| Suhaib b. Sinan |
| acontecera durante a sua ausência. Num dia, ao voltar, ouviu as pessoas a dizerem que um tal de Mohammad b. Abdullah (S) começava a pregar aos indivíduos, conclamndo-os a cultuarem um Allah Único, a serem justos nos seus tratos financeiros, e bondosos e caritativos nas suas interações sociais. Também requeria deles que se reprimissem da indecência e do pecado. Excitado, Suhaib perguntou a seus amigos se esse tal de Mohammad (S) não era aquele a quem todos chamavam de Al Amin (o confiável)? Quando eles assentiram, Suhaib lhes perguntou aonde poderia encontrar aquele homem. Eles disseram para o Suhaib que o Profeta (S) encontrava-se com as pessoas na casa de Al Arqam b. al Arqan, perto do monte de Safa, mas tentaram impedi-lo a que fosse ter com ele. Ao verem os jovens que Suhaib estava determinado a ir ao encontro do Profeta (S), deram-lhe o seguinte conselho: “Toma cuidado para que ninguém te veja, ou saiba aonde tu estás indo. Se qualquer um dos coraixitas te vir, far-te-ão coisas terríveis, uma vez que não tens uma tribo que te proteja. Eles agem cruelmente quando sabem que não há ninguém para vingar a morte da pessoa. Cuidadosamente, Suhaib se dirigiu para a casa do Al Arqan. Após certificar-se de que ninguém o havia visto ou seguido, ele foi até à porta, onde encontrou um conhecido, o Ammar b. Uasir. Ele o havia encontrado antes, mas hesitou um momento antes de perguntar: “Que estás fazendo aqui, ó Ammar?” “E tu, que estás fazendo aqui?” foi a resposta. “Eu quero encontrar-me com alguém, e ouvir o que ele tem a dizer”, disse Suhaib. “E eu também”, disse Ammar. “Entremos juntos, e oremos para que Allah abençoe a nossa visita”, disse Suhaib. Aquele foi um dia que irá ser lembrado pelos muçulmanos por todo o porvir, dia em que Suhaib b. Sinan e Ammar b. Uasir se apresentaram ao Profeta (S) e ouviram a sua pregação. De bom grado aceitaram a fé e declararam que não havia deus a não ser Allah, e que Mohammad era o Seu servo e Mensageiro. Eles permaneceram lá até que a noite caísse, ouvindo os ensinamentos dele e aprendendo algo sobre sua religião. Quando finalmente eles partiram para suas casas, escondidos sob o manto da noite, cada um deles levou em seu coração fé suficiente para iluminar o mundo inteiro. Por causa da sua conversão, Suhaib sofreu perseguições por parte dos coraixitas. Juntamente com Ammar, Bilal, Summaiya, Khabbab e dúzias de outros crentes, ele foi caçado e torturado por causa das suas crenças. Uma montanha teria de ser triturada caso fose ser feita a comparação do peso do seu sofrimento, mas o Suhaib permanecia firme e tranquilo, pois sabia que o caminho para o Paraíso não era fácil. Quando o Profeta (S) anunciou aos seus seguidores sua decisão de emigrar para Madina, Suhaib planejou deixar Makka na companhia do Profeta (S) e de Abu Bakr, mas a tribo do coraix suspeitou que ele planejava partir. Ele contrataram espiões para que o vigiassem, dia e noite, para que não pudesse se esgueirar levando toda a riqueza que havia acumulado como mercador. Suhaib permaneceu em Makka, esperando uma chance de escapar e encontrar-se com o Profeta (S) e seus Companheiros. Por fim, quando tinha quase perdido as esperanças de fugir dos seus eternos inimigos vigilantes, ele bolou um plano. Ele esperou até que a noite se tornasse acremente fria. Quando já se fazia tarde, ele penetrou na escuridão da noite, pretendendo que ia fazer as necessidades fisilógicas. O espias o seguiram, até que ele voltou para casa. Ele repetiu isso muitas vezes, até que os guardas voltaram-se uns para os outros, zombeteiros, dizendo: “Os deuses reviraram-lhe os intestinos. Ele não irá a lugar algum esta noite.” Então eles voltaram aos seu postos, dando-se ao luxo de dormirem um pouco. Tão logo Suhaib teve certeza de que eles estavam num sono profundo, esgueirou-se pela saída, e se dirigiu para Madina. Suhaib não tinha ido longe quando os homens responsáveis pela vigilância acordaram alarmados, conscientizando-se de que ele tinha escapado. Selaram seus mais rápidos cavalos e se puseram ao encalço dele. Quando o Suhaib ouviu que eles se aproximavam, constatando que não havia lugar algum para se esconder, subiu na encosta de um morro, colocou uma flecha no seu arco, e gritou: “Ó homens do coraix, Juro por Allah que sabeis que eu sou um dos melhores arqueiros, e que sempre acerto no alvo. Vós não me alcançareis antes que eu derrube um de vós com cada uma das minhas setas, e irei lutar até à morte com minha espada para que não me captureis!” “Tu nunca fugirás de nós para levares toda essa riqueza para os |
· Enviado por admin
em 31/12/2009 19:21
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