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O Caminho da Felicidade
desaparecer a sua beleza. Começam, então, recorrer às surirgias plásticas para devolver-lhes o que perderam. Começa, então, a etapa do jogo e diversão na criação de Deus, sem proveito. As palavras do poeta se aplicam a elas:

“Foi ao perfumista à procura de juventude;
Será que o perfumista conserta o que o tempo estragou?”.

O mais estranho de tudo isso são os que vêem a felicidade garantida, para eles, pelo Salvador que sacrificou a sua vida para a felicidade da humanidade, expiando-lhes todo tipo de crime cometido ou que irão cometer. É-lhes permitido fazer o que quiserem. Sem dúvida que o choque não pode ser descrito quando irão ver o Salvador, na sua crença, e ele se isentar de suas alegações e extravios.

Vemos, também, outro grupo que é injusto com a humanidade. Quando seus membros são nomeados como governantes, eles acreditam que: “Não há mais vida do que esta, terrena! Morremos e vivemos e jamais seremos ressuscitados!” (Alcorão Sagrado, 23:37), ou seja, só vivemos neste mundo, nossos pais morreram e os filhos dão continuidade à vida. Não seremos ressuscitados novamente. Eles comem e bebem e não pensam em nada após esta vida. Muitas coisas além dessas acontecem, sem embaraço.

O resultado de tudo isso,

Aflições, tristezas e humanidade complexada, sofrendo, perdida, sem conhecer o objetivo da vida; doenças psicológicas indescritíveis; decadência moral; corrupção social inigualável em todas as épocas; crises para todos os tipos de indivíduos e sociedades.

Os exemplos disso são inumeráveis. Eis uma delas: o grego Onassis que era proprietário de ilhas e frotas de navios de transporte de carga, com uma fortuna calculada em bilhões de dólares. Ele quis juntar a fama com a fortuna. Casou-se com a ex-esposa do presidente norte-americano John Kennedy. O que esse casamento gerou foi apenas infelicidade. Dentro das condições impostas por ela foram: não dormir com ele no mesmo leito, não ter domínio sobre ela, gastar milhões para satisfazer seus desejos. Ele viveu infeliz com ela até a sua morte, depois da morte de seu único filho, Alexandre Onassis, vítima de uma queda de avião que ele pilotava. Onassis deixou toda a sua fortuna para a filha, Cristina Onassis, que continuou à procura da felicidade, casando quatro vezes com pessoas de nacionalidades diferentes. Ao ser perguntada a respeito do motivo de seus vários casamentos, ela disse que estava à procura da felicidade. Em uma homenagem que lhe foi feita na França, os jornalistas lhe perguntaram: “Você é a mais rica mulher do mundo?”, ela respondeu: “Sim, sou a mais rica, porém a mais infeliz”. Finalmente, foi encontrada morta em um chalé na Argentina[2].


Marcos no caminho da felicidade,

Vamos, agora, conhecer o caminho da verdadeira felicidade, que é o caminho do Islam e da crença em Allah, exaltado seja. Mostraremos isso com provas incontestáveis. Antes de iniciarmos a nossa jornada, temos a satisfação de mostrar alguns marcos desse caminho e de quem andou por ele, antes de nós, para nos tranqüilizarmos e termos o espírito elevado antes do início da jornada:

1) É o caminho de Allah, Exaltado seja. Ele diz: “Esta é a Minha senda reta. Segui-a e não sigais as demais, para que estas não vos desviem da Sua. Eis o que Ele vos prescreve, para que O temais” (Alcorão Sagrado, 6:153). Portanto, o caminho do Islam é o caminho de Allah e o seu mandamento para os seus servos. Ele conhece o que é melhor para eles. Sem dúvida que o infeliz é aquele que abandona o caminho de Allah e procura a felicidade nos caminhos dos seres humanos.

2) O caminho da felicidade é único e não há felicidade em outro. Allah diz: “Quem desdenhar a Minha Mensagem, levará uma mísera vida, e o faremos comparecer, cego, no Dia da Ressurreição” (Alcorão Sagrado, 20:124). A felicidade, portanto, é para quem percorrer o caminho da orientação; e a miséria é para quem desdenhar, mesmo que pareça que é um astro famoso. Quem leva uma mísera vida é o infeliz neste mundo e no Outro [3].

3) Para cada pergunta há uma resposta. Para a felicidade do ser humano ele necessita de responder às suas perguntas sobre o seu destino: De quem é esse universo? Por que nasci? Para onde vou? A resposta a isso só se consegue realmente no caminho do Islam e da fé. É infelicidade que o ser humano ignore o objetivo da vida e para onde vai, como o faz o poeta que diz: “Vim, de onde? Não sei, porém vim. Vi um caminho pela frente e andei. Continuarei andando quer queira ou não. Como vim? Como vi o caminho? Não sei!”[4].

Ele continuou repetindo: “Não sei, perguntando ao mar, às nuvens. Se tivesse perguntado ao Mensageiro de Deus (Que Allah o abençoe e lhe dê paz), ele lhe teria respondido tudo. Ele disse aos seus companheiros: ‘Quem quiser me perguntar sobre algo que o faça, não irão perguntar sobre algo sem que eu os responda…’. Ele dizia: ‘perguntam-me muitas vezes’[5]. Porém, o poeta disse que não sabia”. Citei isso porque constitui no complexo de muitas pessoas, mesmo que não o declarem.

4) Constitui no alimento para o corpo e a alma. É sabido que o ser
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